O que é um Design Emocional e como essa estratégia pode ser utilizada?

Tempo de leitura: 10 minutos

A identidade visual é algo muito importante em qualquer negócio, pois ajuda a chamar a atenção das pessoas e definir o perfil do estabelecimento. Nesse sentido, investir em um Design Emocional é uma maneira de criar uma experiência diferenciada para o público-alvo.

As emoções possuem um papel muito importante na vida das pessoas e na forma de compreensão do mundo, bem como no modo de consumo e de se relacionar. 

Com isso, objetos agradáveis e bonitos, por exemplo, criam a sensação de eficácia já que possuem um forte apelo visual, seja interessante ou sensual, conforme o objetivo do negócio.

A afinidade com alguns objetos que as pessoas consideram acolhedores ocorre justamente pela construção de forte ligação emocional com os itens.

Sendo assim, produtos bonitos têm maiores chances de serem procurados e trazem a sensação de que irão  ajudar os usuários a resolverem questões de usabilidade.

Por esse motivo, os empreendedores podem, por exemplo, se aprofundar nos conhecimentos de design emocional para ter as emoções como aliadas do seu negócio para promover seus produtos e serviços, algo que proporciona excelentes resultados e amplia as possibilidades de vendas.

O que é Design Emocional?

O design emocional é um conceito que visa estudar como a estética dos objetos ajudam a determinar o nível de atratividade e repulsa que o público tem sobre as mercadorias.

No âmbito comercial, o conceito corresponde aos sentimentos que um produto pode causar nas pessoas.

Ao criar um negócio, muito se fala da importância do design para conseguir se destacar na área de atuação e, com constância e estratégias, é possível se posicionar frente ao público, o atraindo.

Independentemente da situação, para chamar a atenção das pessoas é necessário provocar emoções como: alegria, atenção (sugestão de ajudar), prazer, surpresa, felicidade, entre outras emoções, visto que muitas vezes o processo de compra não se dá apenas no âmbito racional. Estes e mais fatores fazem parte da base do design emocional.

Inclusive, neste ponto é preciso ressaltar que o design emocional não justifica uma compra apenas pelo apelo que o visual mostra, mas há mercadorias em que o design agrega mais valor ao item e evoca determinados comportamentos e representa o segmento em que irá atuar, trazendo tais mensagens de forma mais facilitada.

Este fato não significa que um produto seja inferior ao outro quando o assunto é funcionalidade, mas que ele tem um poder maior de conquistar o público e proporciona uma experiência positiva e ampliada.

Os negócios no setor de tecnologia são os que mais investem em design emocional, estratégia que ajuda muito nos lançamentos, mas nada impede os empreendedores de Aluguel de copiadora, por exemplo, utilize este conceito no seu empreendimento para aumentar a prestação de serviços e, consequentemente, a lucratividade.

Como surgiu o termo design emocional?

O conceito de design emocional foi criado por Donald A. Norman, professor de ciência cognitiva da Universidade da Califórnia, quando escreveu seu livro Emotional Design, publicado em 2003.

Don Norman faz uma relação de três níveis emocionais que um produto precisa projetar ou atingir para alcançar o sucesso. 

Este conceito é muito utilizado nos produtos, mas nada impede que seja aplicado em negócios que prestam serviços e em ambientes para ampliar toda a experiência de compra.

De acordo com seu olhar, a diversão, beleza e prazer refletem no design do produto, o que deixa as pessoas felizes e atraídas, fazendo com que fiquem mais propensas a comprar.

Uma maneira de compreender melhor o design emocional é conhecendo os níveis emocionais que o design precisa chegar, conforme pode ser entendi abaixo:

  1. Nível visceral

Ao fazer a compra de produtos de utilidade diária, como uma garrafa de água, as pessoas costumam não dar tanta importância para a embalagem, considerando apenas o fato da água ser ou não gaseificada.

Contudo, cada vez mais, em alguns casos e dependendo do apelo visual, podem ocorrer compras somente pela embalagem da água. Quando o líquido acaba, algumas pessoas têm o costume de ficar com a garrafa, seja para colocar mais água ou para decoração.

Esta atitude mostra que a compra não foi apenas pela bebida. O indivíduo compra pela experiência visceral, ou seja, esta ação está em um nível subconsciente.

Para isso, os empreendedores também podem investir capital para criar uma identidade olfativa loja, algo muito personalizado que consiga criar sensações e emoções no público-alvo, a ponto das pessoas terem vontade de entrar na loja e comprar os produtos.

  1. Nível comportamental

Este é o nível médio do processo, onde há o subconsciente e um comportamento automático que as pessoas não percebem que estão executando.

Nesta fase, o prazer e a habilidade de realizar uma atividade do início ao fim sem ser interrompido é considerada. Isto proporciona uma sensação de controle, ou seja, as pessoas precisam sentir que têm o controle das ações.

A eficácia, usabilidade do produto e compreensão sobre o uso conta muito. Assim, o nível comportamental no design emocional é basicamente deixar o usuário no controle e o produto dá respostas sobre usabilidade e qualidade.

  1. Nível reflexivo

Por fim, este nível está relacionado a intelectualização do produto, ou seja, é evidenciar como ele ajuda a construir a personalidade dos seus consumidores.

Os produtos e serviços que conseguem alcançar os três níveis possuem maiores chances de sucesso, pois o nível de aceitação dos clientes se torna maior.

Como o design emocional pode ajudar nos negócios?

O design é um fator muito importante que cria um estímulo nos consumidores. Os empreendedores podem utilizá-lo em diversas etapas desde o processo de concepção das mercadorias, nas cores, usabilidade, formas e até na comunicação da empresa.

Isto posto, serviços de contabilidade em BH podem investir no design emocional para atrair o seu público-alvo e conseguir um bom faturamento.

Um design bem elaborado deve atrair o público, causar um impacto de encantamento com as imagens e elementos visuais e informar a respeito do produto ou serviço com textos posicionados de modo estratégico, até levá-lo a compra.

Para que esse processo seja concluído, no design emocional existem alguns elementos-chave, como o próprio fato de criar uma relação com o potencial cliente, levando as pessoas a se identificarem com determinada empresa. 

Inclusive, tudo que tira o consumidor de sua zona de conforto e provoca alguma reação é sinal de que os conceitos de design emocional estão sendo cumpridos.

Sendo assim, conquistar os clientes através das emoções pode ser algo positivo para aumentar as vendas e a prestação de serviços.

Isso significa que usar o design emocional nas estratégias de marketing do seu empreendimento de Monitoramento de alarmes em londrina, por exemplo, é uma ótima solução para tornar os materiais de divulgação mais atrativos para o público-alvo.

Dicas para aplicar o design emocional no seu negócio

Após conhecer o poder deste tipo de design e campanha, os empreendedores podem colocar algumas dicas em prática para ter mais vantagens e conseguir todos os resultados que a técnica proporciona e para melhorar o negócio.

Para isso, algumas ações que podem ajudar são:

  1. Utilize história para criar uma ligação emocional

Histórias são formas de se aproximar do público e engajá-lo na mensagem que você deseja transmitir. 

Narrativas emocionantes podem chamar a atenção das pessoas que terão mais interesse pelo seu produto ou serviço.

Os indivíduos ao se sentirem envolvidos pela história podem optar pela sua empresa, pois o subconsciente acaba decidindo, partindo das emoções.

Deste modo, uma boa narrativa pode ser utilizada para mostrar a importância de uma prostatectomia robótica custo, bem como de diversos outros tipos de serviços e produtos.

  1. Aposte em elementos que despertem emoções nos consumidores

Que o design emocional visa despertar boas emoções, isto não é novidade. O que o empreendedor precisa é escolher quais elementos usar para que a sua empresa promova os bons sentimentos e que sensações deseja alcançar.

As pessoas precisam olhar o produto ou serviço e sentir algo específico, e que se relacione com a marca. 

Assim, é muito importante pensar nos elementos, mensagem e todos os recursos que podem ser utilizados para ter resultados positivos.

Uma inspeção de caldeiras e vasos de pressão, por exemplo, cria a sensação de segurança e mostra o quanto a empresa se preocupa com a qualidade dos equipamentos que são utilizados na produtividade.

Deste modo, o design emocional é elaborado na arquitetura do ambiente, pois este detalhe pode ser um diferencial e ajuda a chamar a atenção do cliente e aproximá-lo mais da empresa.

  1. Faça investimentos no visual

A identidade visual é algo que pode ajudar nas emoções dos clientes. Sendo assim, é muito importante dedicar tempo e capital para ter uma estética bonita para causar um impacto positivo nos clientes.

  1. Foque na experiência de uso

É muito importante que os produtos ou serviços tenham uma estética agradável, mas que proporcionem uma experiência positiva, ou seja, os clientes precisam sentir que têm o controle e que o produto vai além da embalagem/experiência no momento da compra.

A beleza é importante, mas a usabilidade dos produtos é um fator de grande relevância para promover uma boa experiência e um relacionamento de longo prazo com o consumidor – bem como potenciais recomendações.

Nos serviços, oferecer um bom atendimento é algo que pode promover boas emoções, deixando os clientes satisfeitos. 

Empresas especializadas em ADM condominial, por exemplo, podem investir no design emocional para conquistar novos clientes e assim ajudar os síndicos no gerenciamento do condomínio.

  1. Agregue status e valor ao produto/serviço

Em algumas situações, a escolha do produto pode estar relacionada com o status social. 

Considerando este fator, os empreendedores podem agregar valor e status aos seus produtos ou serviços para aumentar as vendas e trazer diferentes perfis de consumidores, com maior potencial de serem fidelizados.

Alguns itens podem agregar praticidade na rotina das pessoas ou ajudam a conquistar um determinado estilo de vida, por exemplo. Assim, é preciso identificar quais serão os valores agregados.

Um portão eletrônico, por exemplo, pode criar a sensação de proteção, economia de tempo no dia a dia, entre outros benefícios. 

Nesse sentido, uma empresa especializada em conserto de placa de portão eletrônico pode utilizar os elementos do design emocional para oferecer o melhor para os seus clientes, criando a sensação de alívio e tranquilidade ao consertar o portão.

Portanto, usar o design emocional é essencial para conquistar o público, despertando as emoções que você escolheu conforme o planejamento do negócio e, assim, alcançar o sucesso, lucros e fidelização dos clientes.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Business Connection, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *